100 sites de vídeos para Educadores!

Video Coleções Educação
Atenção caros Educadores! Estes sites estão cheios de vídeos em uma grande variedade de tópicos que podem ajudar a chamar a atenção dos seus alunos.
  1. Teacher Tube : Neste site, os professores podem postar seus próprios vídeos educativos e encontrar vídeos feitos por outros sobre praticamente qualquer assunto por aí.
  2. Edublogs.tv : Visite este site para pesquisa através de uma grande coleção de conteúdos educativos.
  3. Edutopia : Patrocinado por George Lucas, este site contém alguns grandes planos de aula, bem como uma variedade de palestras e vídeos inspiradores.
  4. You Tube Edu : Confira este site para ter acesso ao conteúdo oferecido por grandes YouTube, mas reduzimos a todos, mas de vídeos educativos.
  5. EduTube : Aqui você vai encontrar vídeos educativos sobre praticamente qualquer assunto que você poderia imaginar.
  6. Sala de aula Clips : Se você está procurando professor submetido e aprovado vídeo e áudio, conteúdo para seus cursos dão a este local uma tentativa…. continua
  7. neoK12 : Este site é de opinião que as crianças aprendem melhor vendo e fazendo, e oferece uma grande variedade de vídeos e jogos educativos para ajudá-los a fazê-lo.
  8. Scholar Spot : Projetado com alunos e professores em mente, este site tem muitos conteúdos educativos, incluindo palestras, vídeos animados e notícias inspiradoras.
  9. OV Guia : Se você ainda não encontrou o vídeo que você está procurando, considere fazer uma visita a este site. Ela irá ajudá-lo a pesquisar em centenas de sites de conteúdos educativos melhor na web.
  10. Cosmo Learning : Este site oferece vídeos educativos que podem funcionar bem para estudantes de escola primária, bem como aquelas voltadas para o ensino médio ou estudantes universitários.
  11. Google Vídeos Educativos : Aqui você encontrará instruções sobre como pesquisar no Google Videos e trazer somente aquelas que se relacionam com a educação.
  12. Lectr : Neste site os professores e alunos podem encontrar gratuitamente palestras de instituições de ensino em todo o mundo.
Coleções de Vídeo
Esses sites oferecem algum conteúdo educacional grande, mas contém outros tipos de vídeos também.
  1. Hulu : Hulu carrega um monte de todos os dias, programas de TV puro entretenimento, mas também transmite programas da PBS e National Geographic que pode ser grande para o uso em sala de aula.
  2. Internet Archive : Este site reúne vídeos de toda a web, dando-lhe acesso aos arquivos, filmes de domínio público e muito mais.
  3. TED : Receba seus alunos ou até mesmo se inspirou com a surpreendente palestras publicadas neste site.
  4. MIT World : ouvir de alguns dos estudiosos de tudo o mundo em palestras fornecido pelo MIT.
  5. TVO Big Ideas : Neste site você vai poder ouvir de alguns grandes nomes no mundo dos negócios, da política e militância e dar uma olhada em como eles se sentem sobre alguns dos maiores problemas que enfrentam nosso mundo.
  6. Big Think : Confira neste site a partir do tema de programação de vídeo que lhe pede para realmente pensar em um. Nem todos os vídeos podem ser adequados para a sala de aula, mas há definitivamente alguns que poderia desencadear uma conversa interessante.
  7. O Open Video Project : Acesse a cargas de vídeo digital de domínio público, passar os arquivos recolhidos neste site tech biblioteca de alto nível.
  8. @ Google Talks : ouvir os especialistas em áreas como história, tecnologia e negócios nesta coleção impressionante de conferências do Google.
  9. Fórum da rede : PBS Este site é absolutamente cheio de vídeo de palestras de autores, acadêmicos e pensadores, mas você também vai encontrar algumas grandes PBS programas gratuitos sobre temas que são particularmente relevantes para a história, a ciência ea educação tecnológica.
  10. UChannel : Neste site você vai encontrar video aulas de algumas das mais prestigiadas instituições do mundo inteiro.
Formação de Professores
Confira estes sites para encontrar alguns vídeos que o ajudarão a aprender mais sobre os assuntos que ensinam e da tecnologia que você usa.
  1. Academic Earth : Visite este site para ver uma grande variedade de palestras e cursos em escolas como Yale, Princeton eo MIT, dando-lhe a oportunidade de aprender mais sobre o seu assunto, sem gastar um centavo.
  2. Formação de Professores Videos : Se você precisa de um extra pouca instrução sobre como trabalhar com a tecnologia ou os alunos com necessidades ESL, confira o conteúdo gratuito no site.
  3. iMovie na Formação de Professores : Este site vai mostrar como você pode usar o iMovie, e por extensão e vídeos de experiências interativas, de forma mais eficaz em sua sala de aula.
  4. Classroom 2.0 Video : Aqueles que se esforçam com a aplicação da tecnologia na sala de aula deve conferir os vídeos no site. Você vai aprender como fazer uma ampla gama de tarefas tecnológicas e há digno de vídeos aula sobre o site também.
  5. Atomic Learning : Use os vídeos no site para descobrir como aproveitar o poder para o século 21 ferramentas tecnológicas de ensino mais eficazes. A maioria do conteúdo tem um custo, então você pode querer tentar falar com o distrito escolar em patrocínio.
  6. iTunesU : Tome alguns dos cursos gratuitos e palestras sobre este site para escovar acima em seu conhecimento do seu objecto de especialidade ou apenas sobre qualquer outra coisa.
  7. Vídeos para o desenvolvimento pessoal : Confira este site para uma lista de alguns vídeos verdadeiramente grande desenvolvimento pessoal que ajudará a suas habilidades de ensino em geral, bem como o seu conhecimento tecnológico.
  8. Learner.org : Enquanto você vai encontrar uma grande sala de aula de conteúdo de vídeo que podem ser úteis no, a verdadeira riqueza deste site encontra-se o grande desenvolvimento de materiais pessoais para os professores.
Lição de Planejamento
Esses sites oferecem alguns conteúdos de vídeo grande para adicionar a seus planos de aula, e muitas são voltadas para alunos para que eles possam utilizá-los em casa também.
  1. Professores Domain : Crie um perfil gratuitamente no site e você terá acesso a centenas de aulas de acompanhamento com vídeos, fotos e outras mídias.
  2. Meet Me at the Corner : Este site oferece aos estudantes de programação educacional, os clubes do livro, podcasting aulas e até mesmo viagens de campo virtual, todos os grandes adições de aulas.
  3. WatchKnow : Projetado para estudantes mais jovens, este site é o lar de alguns vídeos educativos grande em tudo, desde biografias de inspiração para ajudar a ESL.
  4. BrainPOP : Embora não seja todo o conteúdo deste site é livre, os professores podem ainda encontrar alguns vídeos animados grande em uma ampla gama de tópicos sobre este site para uso em sala de aula.
  5. Kids Know It Network : Este site contém vídeos sobre temas como dinossauros, biologia, geografia, história e matemática que são livres para usar e compartilhar.
  6. Khan Academy : Isso não tem fins lucrativos organização quer que as pessoas em todos os lugares tenham acesso a conteúdos educativos, e em seu site, você pode encontrar vídeos de instrução sobre numerosos assuntos.
  7. Awesome Stories vídeo : Use os vídeos deste site em todos os tipos de aulas. Você vai encontrar o conteúdo que varia de discutir a vida dos pinguins na Antártida, o papel do Africano americanos na Segunda Guerra Mundial.
  8. Prêmio Nobel Lectures : Porque não aumentar uma palestra sobre um rosto famoso na história com um clipe real deles dando uma palestra Prêmio Nobel ou um documentário sobre sua vida? Você vai encontrar, tanto aqui.
  9. John Locker : um assunto como história, ciência ou mesmo esportes Escolha no site e você terá acesso a alguns conteúdos educativos surpreendente.
  10. Teachers ‘TV : Este site é uma mina de ouro para os professores, com vídeos postados por classe, nível de assunto, popularidade e com a vantagem adicional de uma seção especial para o desenvolvimento profissional também.
Ciências, Matemática e Tecnologia
Nesses sites, os vídeos foco nas áreas de ciência, matemática e tecnologia.
  1. Green Energy TV : ensinar seus alunos sobre as mais recentes inovações em tecnologias verdes com vídeos gratuitamente a partir deste site.
  2. Investigação Canal : A programação no site de TV na Internet destaca algumas das mais recentes pesquisas feitas na ciência, na tecnologia da medicina, e até mesmo das ciências humanas para que você possa educar a si mesmo e seus alunos sobre as grandes coisas que vem.
  3. BioInteractive : biologia explorar com uma pequena ajuda deste site, que oferecem vídeos e animações que podem ser de grande ajuda no ensino de temas complexos.
  4. ARKive : Para lições sobre o mundo natural, este site é perfeito. Ele contém uma vasta gama de vídeos sobre a vida animal e vegetal da Terra.
  5. Math TV : Se os alunos estão se esforçando para entender um conceito matemático, aumentar as suas lições com parte do material encontrado neste site.
  6. A Vega Science Trust Videos : Vamos ver seus alunos carreiras científicas potencial, discutir questões importantes e ver figuras inspiradoras no campo com vídeos encontrados no site.
  7. The Science Network : Veja entrevistas com grandes nomes da ciência que tocam em temas importantes como a investigação de células-tronco, evolução, neurociências, genética, de aprendizagem e mais informações sobre este site.
  8. Pop Tech : inspirar seus alunos com os vídeos encontrados no site, mostrando as pessoas que estão usando a ciência, tecnologia e trabalho duro velho claro para mudar o mundo.
  9. Canal N : Este site está repleto de palestras e vídeos sobre o cérebro humano e psicologia.
  10. How Stuff Works Videos : Show seus alunos incríveis e vídeos instrutivos através do conteúdo deste site.
  11. ScienceStage : Você vai encontrar tudo a partir de vídeos do telescópio Hubble para os problemas com a nutrição humana neste site com foco de pesquisa.
  12. Exploratorium : Confira os webcasts sobre este site para permitir que seus alunos ouvir os biólogos, os cosmólogos, físicos e muito mais.
  13. SciVee : dar aos seus alunos uma visão do trabalho no mundo real da ciência, com este site que permite aos cientistas postar vídeos de suas pesquisas reais para estudantes e outros cientistas de usar.
  14. O Canal Futures : Este canal online é cheio de lições e clipes de vídeo em todos os tipos de tópicos de matemática e ciência, de forma a prever o tempo a forma de construir fortes snowboards.
Ciências da História, Artes e Social
Aqui você encontrará uma grande coleção de vídeos para ilustrar o passado e ajudar seus alunos a ver a beleza das artes.
  1. História EASE : Assista a vídeos sobre eventos históricos, os anúncios da campanha, e os valores culturais sobre este local histórico.
  2. Kennedy Center Arquivos : Através deste site você pode mostrar aos alunos performances de alguns dos músicos mais incríveis do mundo.
  3. O Canal de Arqueologia : ajuda seus alunos a explorar a história da humanidade através da livre grande conteúdo oferecido aqui.
  4. Povos Archive : Este site reúne as biografias de pessoas bem conhecidas em todo o mundo dito pelas pessoas que o conhecem melhor si.
  5. Steven Spielberg Cinema e Vídeo de Arquivo : Neste site você encontrará uma coleção incrível da Segunda Guerra Mundial era-metragem dos horrores do Holocausto.
  6. Catch Cultura : Este site permitirá que você veja um pouco do trabalho a ser feito por e-vem até artistas.
  7. Streams Folk : Utilize este site para mostrar aos alunos documentários sobre cultura tradicional e popular na América.
  8. Digital History : Com planos de aula e experiências interativas online para os estudantes, os vídeos encontrados aqui são apenas a cereja no topo do bolo.
  9. Matéria História : Este site explora os principais documentos históricos fundamentais para a compreensão da história americana.
  10. Estudos Sociais Video Dicionário : seus alunos podem procurar as palavras do vocabulário em grande estilo com este dicionário de vídeo.
Video Tools
Se quiser partilhar, fazer upload ou armazenar seus próprios vídeos, considere usar uma destas ferramentas on-line grande.
  1. Drop.io : Você pode trabalhar com os colegas, os pais ou por conta própria em tempo real usando este vídeo online grátis e ferramenta de colaboração.
  2. DropShots : Mantenha sua coleção de vídeos de ensino privado de utilizar o site de hospedagem.
  3. Shwup : Conservar e compartilhar todas as suas mídias educacionais usando este site.
  4. Tonido : Se você tem seus vídeos armazenados no seu computador, este site vai deixar de fazer o upload para a web e reproduzi-los em sala de aula gratuita.
  5. StashSpace : Criar uma conta neste site e você será capaz de armazenar todos os tipos de conteúdo de vídeo.
  6. Troovi : Com este site, você pode criar uma conta para armazenar todas as suas fotos educacionais, vídeos e documentos para que esteja sempre preparado para ensinar.
  7. VidQue Edu : Busca através deste site para outros vídeos educativos, mesmo se você não está completamente pronto para postar o seu próprio.
  8. SchoolTube.com : Este site é uma rede social grande fórum para alunos e professores para compartilhar vídeos.
Videos Programa Rede e
Estes sites de vídeo são mantidos pelas redes de TV, que oferece vídeos de sua programação para os professores a utilizarem gratuitamente.
  1. PBS Video : Com este site, você será capaz de trazer o grande conteúdo de direito PBS em sua sala de aula de graça.
  2. National Geographic Video : Da natureza para as culturas antigas, você vai encontrar vídeos em abundância neste local.
  3. Nova Professores Watch Video Online : Usando este site você pode mostrar clips ou programas inteiros da série de televisão Nova.
  4. Discovery Education : O Discovery Channel compilou os vídeos no site apenas para professores e alunos.
  5. C-SPAN Videoteca : Alunos aprendendo sobre o governo pode vê-lo em ação com os vídeos aqui.
  6. iCUE : NBC News patrocinadores deste site que oferece vídeos de grandes eventos mundiais importantes.
  7. History Channel Video Guide : história Trazer para a vida através de biografias e documentários históricos encontrados aqui.
  8. Biography.com : Deixe seus alunos aprender mais sobre figuras famosas da história usando a clipes curtos no Biography Channel encontrada aqui.
  9. Educacional Internet TV : Confira este site para saber mais sobre livre canais educativos de todo o mundo que você pode assistir online gratuitamente.
  10. BBC Learning : BBC Learning oferece milhares de clipes que foram pré-editados e selecionados para trabalhar bem em sala de aula.
Livre filmes e clipes
Visite estes sites para obter acesso a documentários gratuitamente, filmes de domínio público e clipes curtos.
  1. Cinema Clipes Online : Aqui você vai encontrar a curto e legal para utilizar trechos de filmes que são perfeitos para a sala de aula.
  2. Free Documentaries.org : Utilize este site para encontrar alguns documentários gratuito para a sala de aula.
  3. SnagFilms : Este site é o lar de uma vasta gama de ambos gratuitos e pagos de conteúdo do filme.
  4. Top Documentary Films : Pesquisar nos documentários sobre este site para encontrar algo perfeito para as lições que você está criando.
  5. Movies Found Online : Confira a ferramenta de pesquisa sobre este site para encontrar todo domínio público online de filmes.
  6. ABC Documentários : Este site oferece documentários livre de uma estação de televisão australiana, incluindo muitos programas de TV mais curto que pode funcionar bem na escola.
Como Tos
Se você não tem idéia de como usar uma tecnologia ou quiser ver como as coisas funcionam em forma de vídeo, esses sites tutorial-cheia deve ser sua primeira parada.
  1. 5 Min : tem cinco minutos? Então você tem tempo suficiente para assistir a um desses vídeos instrutivos grande.
  2. Wonder How To : Não importa o que você está tentando realizar em torno da sala de aula, este site provavelmente tem um vídeo para ajudá-lo a fazê-lo.
  3. Instructables : Aprenda a fazer alguns grandes ofícios que podem acompanhar as suas aulas, jogar jogos novos, ou apenas descobrir como fazer algo que você sempre quis fazer através deste site.
  4. Howcast : Se você quiser saber como fazer alguma coisa, este site é um ótimo lugar para começar a olhar para a instrução.
  5. MindBites : Você não só pode encontrar vídeos sobre este grande site, mas você pode até mesmo ser capaz de ganhar um pouco mais quando os outros usam vídeos que você postar.
  6. W3 Schools : Quer criar um site de classe, mas não sei nem por onde começar? Este site oferece alguns excelentes tutoriais sobre todas as linguagens de programação e conhecimentos de tecnologia que você precisa.
Governo e Organizações
Passar por esses locais para obter grandes vídeos e imagens do passado e do presente da história americana.
  1. Os Arquivos Nacionais : Através deste site você terá acesso a multimídia registros que são realizados no National Archives E.U. – um complemento perfeito para qualquer aula de história.
  2. National Science Foundation Multimedia : Aqui, a NSF oferece aos educadores e alunos interessados, com videos da natureza, entrevistas, animações e muito mais.
  3. NASA e-Clips : Use esses clipes curtos como uma forma de mostrar aos estudantes sobre o nosso mundo e do universo que está além.
  4. NASA TV : de filmagens ao vivo dos ônibus espaciais e estações espaciais com a programação voltada para uso em sala de aula, este site da NASA é um recurso inestimável para os professores que olham para adicionar lições sobre viagens espaciais.
  5. Biblioteca do Congresso de Professores de Recursos : Este site ajuda a reunir alguns dos melhores materiais oferecidos pela Biblioteca do Congresso para uso em uma variedade de planos de aula sobre a História Americana.
  6. American Memory Motion Pictures : Se você prefere olhar para o material em seu próprio país, este site vai permitir que você busca através do material multimídia realizada pela Biblioteca do Congresso.

Fonte: Accredited Online Colleges

Extraído de: http://www.nomundoenoslivros.com/2010/06/100-sites-de-videos-para-educadores.html

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100 informativos e inspiradores vídeos para professores e educadores

Esta lista fornece uma coleção de vídeos que os educadores acharão interessante e muito inspiradores. Se você está trabalhando com os alunos de nível fundamental ou com estudantes da faculdade, você pode ter certeza que vai encontrar muita inspiração entre esses vídeos do YouTube.
Criatividade e Aprendizagem
Estes vídeos são um toque de inspiração para a criatividade no ambiente da aprendizagem.
  1. Adora Svitak: O Que adultos podem aprender das crianças . Essa criança prodígio aborda a associação de “infantil” ações que estão sendo irracional, e exorta os ouvintes a aceitar as lições que as crianças podem ensinar aos adultos.
  2. Sir Ken Robinson: As escolas matam a criatividade?. Ken Robinson, um especialista em criatividade, compartilha seu conhecimento sobre a promoção da criatividade no contexto educacional nesta palestra bem-humorado.
  3. Riz Khan – Escolas matando a criatividade? . Khan discute a morte da criatividade nas escolas e oferece um clipe de Ken Robinson, também.

  4. Amy Tan: Aonde a criatividade se esconde? . escritora Amy Tan discute o processo criativo e como encontrar a criatividade.
  5. Ben Dunlap: A história de uma vida apaixonada . da palestra Dunlap enfoca vida apaixonada e de aprendizagem e partilha de experiências de outras reuniões que o inspiraram.
  6. Tim Brown: A ligação poderosa entre a criatividade e brincar . Saiba mais sobre a relação entre o pensamento criativo ea jogar e como essa relação pode ser alimentada.
  7. Jonathan Drori: Por que nós não entendemos, tanto quanto nós pensamos . Cultura e educação de mídia especialista Jonathan Drori explora como as idéias se enraízam e quão difícil é mudar a percepção de quando ele é formado.
  8. Stuart Brown: Porque jogar é vital – não importa sua idade . Brown discute o ato de brincar ea importância de jogar em qualquer idade.
  9. Woody Norris: Inventando a próxima coisa incrível . Além de discutir duas das suas invenções, Norris também discute a invenção, a educação ea aprendizagem hands-on.
  10. Sugata Mitra: Pode-se ensinar as crianças? . Mitra discute seu projeto, “Hole in the Wall”, que mostra como as crianças vão aprender por conta própria, sem qualquer orientação ou ensino formal.
Tecnologia
Dê uma olhada a importância de trazer a tecnologia em sala de aula e algumas tendências emergentes.
  1. Richard Baraniuk: Goodbye, livros didáticos; Olá aberto fonte de aprendizagem, . Baraniuk, fundador da Connexions, discute os benefícios do código aberto para os educadores.
  2. Jogos na quarta dimensão . Saiba mais sobre este colete de jogos que podem mudar a maneira como os humanos interagem com seus computadores.
  3. Blogando em sala de aula . Saiba como criar um blog em sala de aula e por que você deve.
  4. Educação hoje e amanhã . Este vídeo demonstra as diferenças tecnológicas que afectam hoje os estudantes.
  5. Porque temos de ensinar tecnologia nas escolas . Veja uma demonstração de porque a tecnologia deveria ser ensinado nas escolas com este vídeo.
  6. Curriculum 2,0 . Tecnologia caminha lado a lado com outras habilidades como pensamento crítico e comunicação, como demonstra este vídeo.
  7. Sala de aula do século 21 – (parte 1 de 2) . Veja este vídeo que demonstra como a tecnologia está sendo incorporada no ensino médio e alto em uma cidade.
  8. Sala de aula do século 21 – (Parte 2 de 2) . Assista a conclusão desta conversa sobre a incorporação de tecnologia nas escolas de uma cidade do sul de Maine.
  9. Sou um aluno do século 21! . Dada a partir da perspectiva do aluno, este vídeo é um lembrete do mundo sempre em mudança de aprendizagem e tecnologia.
  10. Digital World: Hoje os professores . Veja como os professores estão fazendo a diferença na sala de aula através da incorporação de tecnologia.
  11. 3 Passos para a aprendizagem do século 21 . Descubra o que estas três etapas são e porque o ensino de assuntos de tecnologia.
Estudos de Filosofia e Ciências Sociais
Assista esses vídeos para tornar-se inspirado pelo que os outros estão fazendo e acender sua imaginação de como você pode trazer algumas dessas experiências para seus alunos.
  1. Você Build Me Up . dos estudos das mulheres da classe A viajou para New Orleans para compreender a experiência das mulheres que vivem no rescaldo do Katrina.
  2. O programa Horizontes Filosóficos da Universidade de Memphis . Veja este vídeo que apresenta os alunos de pós-graduação, tendo como filosofia a estudantes jovens, como pré-escola até o ensino médio.
  3. Alternative Spring Break 2010 . Estes estudantes universitários foi para o México onde aprenderam sobre o meio ambiente e conservação.
  4. John Paul Lederach sobre “A Poética da Construção da Paz” . João Paulo Lederach relata uma história sobre a construção da paz educação.
  5. Duke University Professor David Malone em Cinco “R’s” de Service-Learning . Professor Malone discute cinco elementos importantes de ensinar aos alunos sobre prestação de serviços para a comunidade.
  6. David Phillips: Ciências Sociais Em Futuro e com a mídia digital . Ouvir David Phillips como ele descreve sua visão do futuro da ciência social com a mídia digital.
  7. Dave Eggers: 2008 TED Prize desejo: Once Upon a School . Discutindo o centro de tutoria, 826 Valencia, Eggers descreve como ele não só tem ajudado a muitas crianças, mas adultos inspirado para se envolver na educação.
  8. Joseph Lekuton: Uma parábola para o Quênia . Este ex-professor e membro do parlamento do Quênia discute a importância da educação para crianças em África ea sua visão para tornar a educação uma realidade para todos.
  9. Ann Cooper: Reinventando a merenda escolar . Ann Cooper discute que a comunidade deveria se preocupar com a forma como estamos a alimentação escolar e como mudar o relacionamento das crianças a alimentos de uma forma positiva.
  10. Neil Turok: 2008 TED Prize desejo: Um Africano Einstein . Partilhar a sua formação e experiência, este físico de Cambridge descreve o desejo de proporcionar oportunidades para o futuro de África através de nutrir a criatividade encontrada nos jovens lá.
Excelência Educacional
Ouvir dos educadores ilustres e ver como as escolas estão mudando para atender as necessidades dos alunos com esses vídeos que celebram a excelência educacional.
  1. Grandes Mestres O que fazer diferente . Todd Whitaker discute o que faz uma ótima professora.
  2. Math Trick Shadow professor durante palestra . Este professor de matemática mostra uma ótima maneira de agradar engraçado ossos estudantes ao se conectar com eles ao mesmo tempo.
  3. 2010 Distinguished Award Ceremony Ensino . Esta cerimónia em honra Berkeley distingue professores. Assista ao ouvir o que torna esses educadores tão especial.
  4. »Professor da UC Davis Top: Pendurado Ciência e falando . Descubra o que faz com que Rick Grosberg, professor de topo na UC Davis, um professor efetivo e popular.
  5. A vida de ensino . James Bonk fala sobre seus 30 anos de ensino na Universidade Duke e que o manteve motivado para ser um professor bem-sucedido.
  6. Okafor NISOD Martin Winner . Perimeter College, o professor Martin Geórgia Okafor discute como ele recebe seus alunos interessados em física.
  7. O Instituto Cowen 2010 de Estado da Educação Pública em Nova Orleães . Este vídeo aborda o estado actual da educação em Nova Orleans desde o Katrina, e oferece inspiração para qualquer educador que trabalha para melhorar sua escola.
Inspiração para Professores
Estes vídeos comemorar os professores com citações inspiradoras, palestras e histórias descrevendo a importância de um professor.
  1. Você ensinar ou fazer você educa? . Veja este vídeo para uma rápida re-avaliação de sua abordagem em sala de aula.
  2. “Remember Me”, dedicada aos nossos professores . Dois jovens estudantes cantar uma canção dedicada a todos os professores que fizeram a diferença na vida dos estudantes.
  3. Os professores podem mudar o mundo . Este vídeo relembra os professores de música que pode alterar percepções de estudantes de ensino da tolerância e diversidade.
  4. poder de um . Este vídeo relembra os telespectadores do poder de um grande efeito para mudar-awesome um lembrete para os professores.
  5. Keynote: Mudar Vidas de Professores – Ohler Jason . Falando em Nebraska Educational Technology Association, de 2006, a Conferência, palestras Ohler sobre como os professores fazem impacto incrível na vida dos estudantes.
  6. Nova paródia professor . Mais uma paródia sobre as expectativas estabelecidas para os professores, esse vídeo hilário de um professor veterano vai dar ninguém cansado da burocracia uma risada.
  7. A importância dos professores que se importam . Acompanhado por uma canção escrita apenas para os professores, este vídeo comemora os professores que se importam.
  8. Starfish uma mensagem inspiradora para todos os professores . Esta história doce é um lembrete importante de que os professores fazem a diferença.
  9. Light um fogo Educacional . Veja citações de inspiração apenas para a direita para professores que procuram um pouco de encorajamento.
  10. Obrigado, Professor – Histórias de um Professor do coração . Esta história narrada descreve um primeiro ano difícil de ensino e de uma poderosa agradecer-lhe de um estudante.
Ciências e Matemática
Ciências e matemática são o foco desses vídeos informativos.
  1. ScienceRiskTaking . Ouça este professor de educação como ele discute como os professores podem fornecer o melhor ambiente para os seus alunos a estar aberto à aprendizagem, tornando-se animado com a ciência.
  2. Paul Sereno: O que os fósseis nos ensinar? . Saiba mais sobre um projeto de ensino que ajuda a mover mau desempenho em ciência para ficar pronto para o colégio.
  3. David Hoffman: Sputnik mania Catch! . Hoffman descreve como o espaço e levar a uma corrida armamentista movimento fenomenal no ensino de matemática e ciência.
  4. Math Comes to Life . Física e estudantes de cálculo pode ver suas equações matemáticas tornam-se animado para levar a fórmula para a vida.
  5. Making Fun Math . Este professor fala sobre a importância dos professores para saber como fazer a matemática divertida e emocionante, especialmente no nível fundamental.
  6. A Abacus-Como usar esta maravilha antiga . Este vídeo ensina a ensinar seus alunos a utilizar o ábaco antigo no dia da sala de aula moderna.
  7. Ensine Área e Perímetro Usando o Google Earth . Ver isso como uma lição 4 palestras de professores da classe sobre como usar o Google Earth para ensinar área e perímetro.
  8. Como fazer contas de cabeça: Truques de Matemática Rápida: Multiplicar por 11 . Aprenda um truque para compartilhar com seus alunos para que eles possam multiplicar números de dois dígitos por 11 para obter a resposta rapidamente.
  9. Math truque rápido de Cálculo . Aprenda uma maneira de fazer a multiplicação rápida com este truque de matemática.
  10. Matemática e Educação Inglês: Como aprender álgebra . Ajudar os alunos a aprender três elementos-chave para manter em mente com esta lição que está fazendo tudo sobre álgebra fácil.
Linguagem e Artes
Estas tocam vídeos na melhoria da literacia, integrando artes plásticas em indivíduos normais, o poder de programas de arte na vida dos estudantes, e muito mais.
  1. Ensino Storytelling na sala de aula . Saiba mais sobre o valor das histórias neste vídeo que apresenta os professores a discutir o valor das histórias enquanto os alunos contam suas histórias.
  2. Bairro Projeto História . Este estudante do ensino médio fala sobre o livro que ele escreveu como uma parte da história do Bairro do projeto que documenta sua vida na ala 7, em Nova Orleans.
  3. Lição de Professores Planos artes da linguagem, vocabulário, Prevenção Bully . Este vídeo narrado-aluno fala sobre a linguagem de programação de artes, que também ensina habilidades para a vida positiva.
  4. Explode um momento e imaginação Spark na escrita . Usando uma analogia do beisebol, o educador ensina duas dicas para melhorar as competências de escrita.
  5. Funeral Dead Words . Este professor foi realmente a milha extra para ensinar os alunos sobre a mudança até a escolha de palavras ao escrever.
  6. Escrever uma boa peça de Ensaios . High School e os estudantes universitários podem aprender o que faz um ensaio de nível boa faculdade com este vídeo.
  7. Tableau: Teatro e Artes Language . Veja este vídeo sobre um projeto de teatro que se desenvolve de alfabetização para alunos do ensino fundamental.
  8. A Studio no Woods . Saiba mais sobre este estúdio de arte inspirados nas madeiras Louisiana que integra arte eo mundo natural.
  9. Mae Jemison sobre o ensino de artes e ciências em conjunto . Escute essa palestra persuasiva onde Jemison descreve a importância do ensino das artes e das ciências em conjunto de modo a proporcionar uma educação que equilibra a intuição ea lógica para criar pensadores forte.
  10. Bill Strickland: Reconstruindo a América, uma apresentação de slides em uma hora . partes Strickland uma apresentação de slides que representa a sua história de como Belas Artes mudou sua vida e como ele agora defende para as artes como uma parte importante da educação.
  11. O Projeto História: Um Modelo para alcançar a inclusão profunda em Museus . Saiba mais sobre este projeto que levou arte e alfabetização para K-12 escolas.
  12. Manter Programa de Educação Pontuação . Este programa ensina professores K-12 como incorporar partituras musicais em temas como matemática, ciências, história, artes e línguas.
Educação Especial
Ouvir de professores de educação especial para aprender estratégias, ouvir sobre a criança especial ed, e encontrar inspiração no seu trabalho.
  1. Ensino de Educação Especial: Estratégias de Ensino em Educação Especial . Ideal para novos professores e estudantes a pensar ed especial, este vídeo fornece estratégias para o ensino especial ed.
  2. Michelleann: Conheça um Professor (Educação Especial, Bronx) . Esta edição especial de professor fala sobre sua experiência no ensino, no Bronx, e porque ela ensina ed especial.
  3. Especial histórias de sucesso ed começar com o básico . O’Hearn School, em Boston é um modelo para outras escolas para aprender sobre o sucesso da inclusão. Assista este vídeo para saber mais sobre O’Hearn.
  4. Perspectivas para a Inclusão – Professores de Educação Especial . Ouça estas três professores que discutem a inclusão.
  5. Minha vida e trabalhar como professor da Educação Especial: Uma História Oral Video Pt. 1 . Esta edição especial veterano professor fala sobre como ela se tornou um professor e as qualidades de um bom professor ed especial.
  6. Minha Vida e de Trabalho como professora de educação especial: um vídeo Pt História Oral. 2 . Ouça como este professor termina sua história oral e tomar sobre o ensino de educação especial.
  7. RTI (resposta à intervenção) – Educação Especial . A edição especial de professores discute como os professores respondem às necessidades dos estudantes com dificuldades.
  8. Inclusão no trabalho na escola . Este vídeo perfis de uma criança com síndrome de Down, que está recebendo ensino regular e conta os benefícios para ambas as crianças com necessidades especiais e seus colegas.
  9. Técnicas de Educação para Crianças com Autismo . Este vídeo foi retirado de uma oficina de formação de professores que discute o uso de ABA com alunos autistas.
  10. Tecnologia na Educação Especial . Este professor descreve como a tecnologia não só facilita a aprendizagem para as suas necessidades especiais de alunos, mas na verdade recebe-los animado sobre a aprendizagem.
Educação Física
Receba as grandes ideias para novos jogos e atividades ou encontrar motivação e inspiração com esses vídeos.
  1. Professor de Educação Física: Grades K-2 . Let’s Go Hunting, uma variação de seguir o líder, é a lição ensinada neste vídeo.
  2. Professor de Educação Física: Grades 3-5 . Saiba como ensinar alunos do 3-5 Tag Triângulo.
  3. Ideal para atividades de Educação Física: Ensino Médio . Hoop bola, ou uma mistura de beisebol e basquete, é o foco deste educação física vídeo instrucional.
  4. Educação Física, Ensino de Habilidades e Fitness Balls . A faculdade PE principais ensina manuseio da esfera de competências para as crianças elementares.
  5. Educação Física, Ensino de Habilidades de malabarismo . Os alunos aprendem a manipular, o reforço da coordenação mão-olho, nesta lição.
  6. Gestão do Ambiente de Educação Física . Saiba gestão de comportamento para o ginásio com base em expectativas de gestão e técnicas de sala de aula.
  7. Ensino PE . estudantes de 5 ª projetou uma aula de educação física e ensinado aos alunos mais jovens neste vídeo.
  8. Enactivism e Educação Física . Este professor PE enactivism usa para ensinar um grupo de estudantes com diferentes níveis de habilidade.
  9. Objectivos da Educação Física: Educação Física e Metas Contemporânea . Esta apresentação demonstra por que a educação física é importante para as pessoas de qualquer idade.
  10. Jogos Student PE – Ball Hula! . Este aluno criados jogo incorpora bambolês, batendo uma bola e correr.
Educação Empresarial e Empreendedorismo
Se você está trabalhando com o ensino médio ou universitários, esses vídeos abordam a importância de ensinar aos alunos sobre negócios e empreendedorismo.
  1. Gyohten discute o papel atual da educação empresarial . Gyohten é o presidente do Instituto de Assuntos Monetários Internacionais e ex-presidente do Bank of Tokyo e discute a importância de uma educação de negócios.
  2. Importância da Educação Empresarial – Bloomberg . Management guru Jack Welch discute o futuro da educação empresarial, bem como a sua escola de negócios online.
  3. O papel das empresas na sociedade w / Sally Dean Lyon-Blount . Aqui o que o reitor da NYU Stern diz sobre o papel da educação em negócios do mundo de hoje.
  4. Inside Look – Educação Empresarial – Bloomberg . Babson College presidente Leonard Schlesinger analisa a frequentar a escola de negócios durante uma depressão econômica.
  5. Ensino de Empreendedorismo . Os adolescentes nessa história proporcionar um grande exemplo da importância do empreendedorismo ensino.
  6. O que é empreendedorismo? . Obter uma definição de empreendedorismo e saber como as escolas podem ajudar os empresários através da educação.
  7. Empreendedorismo na sala de aula . Professor Adjunto Jack Kaplan discute o ensino do empreendedorismo neste vídeo.
  8. UFM.edu – Sete perguntas sobre empreendedorismo . Um professor discute empreendedorismo e ensiná-la no Babson College.
  9. Kellogg: Empreendedorismo está em seu futuro . Vários ex-alunos da Kellogg discutir os benefícios do aprendizado do empreendedorismo.
  10. ARTES: Empreendedorismo eo Futuro da Indústria Musical . Muitos músicos não reconhecem a importância do empreendedorismo em sua profissão, e Professor Ken Lopez explica porque esta é uma área importante de estudo para os músicos, enquanto na escola.
Fonte: Accredited Colleges

Extraído de: http://www.nomundoenoslivros.com/2010/06/100-informativos-e-inspiradores-videos.html

Admirável campo novo: o profissional de história e a Internet

 

Estou republicando este curadíssimo artigo do Prof. Dr. Antônio Fernando de Araújo Sá (afsa@ufs.br), do Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe (pesquisador envolvido no H-SEnet, do post anterior).

O artigo passa por questões como a aceleração do tempo, a desterritorialização, o problema da conservação dos arquivos digitais e muitos outros questionamentos indispensáveis para quem se propõe a pensar na historiografia digital e a reverberação das mudanças que os novas tecnologias têm na sociedade, como por exemplo a avaliação dos sites dedicados a temas históricos. Como fazê-lo?

Segue texto na íntegra, inclusive as notas bibliográficas, muito ricas.

Fonte: Laboratório de Estudos do Tempo Presente

Ao longo das últimas décadas, a difusão massiva de computadores pessoais impôs aos profissionais de história o convívio com as pesquisas em rede ou a utilização de softwares para criação de banco de dados on-line, seja de imagens ou de estatísticas. Novas questões foram postas ao nosso ofício, destacando-se qual o papel das novas mídias tecnológicas nas mudanças da natureza da prática histórica, bem como sua repercussão no processo de ensino-aprendizagem em História.

Para início de conversa, as revoluções científicas, com suas vertiginosas descobertas, e os meios de comunicação com sua avalanche de acontecimentos cotidianos trouxeram uma nova percepção do tempo presente, provocando, ao mesmo tempo, uma aproximação da experiência do presente com o cidadão comum. Deste modo, a velocidade passou a redefinir o cenário cultural desde o final dos anos oitenta, transformando o sentido do tempo, marcado pelo instantâneo, o imediato, o encurtamento da espera. Essa aceleração também afeta a memória e a lembrança, tornando a memória em tema social, em que se busca a recuperação das memórias culturais, da construção de identidades perdidas ou imaginadas, da narração de versões e leituras do passado. Assim, o “presente, ameaçado pelo desgaste da aceleração, converte-se, enquanto transcorre, em matéria da memória” (SARLO, 2005: 95-96).

Como assinala Beatriz Sarlo, em tempos marcadamente contraditórios, “trabalha-se para que as coisas e as imagens envelheçam e, ao mesmo tempo, para conservá-las como signos de identidade em um mundo unificado pela Internet e pelos satélites”, no qual “as culturas definem cada vez com mais força aquilo que as diferencia, remetendo a passados tão construídos como as imagens do nosso presente” (SARLO, 2005: 96).O protagonismo da mídia na sociedade contemporânea é destacado por diversos autores, dentre os quais destacamos Muniz Sodré, que afirma que “a mídia torna-se progressivamente o lugar por excelência da produção social do sentido, modificando a ontologia tradicional dos fatos sociais”. Para ele, é a mídia (jornais, rádio, televisão, TV a cabo, Internet etc.) um dos principais espaços de produção histórica, introduzindo novas práticas de linguagem, novos ambientes culturais, novas relações de poder e parindo uma nova concepção de história (SODRÉ, 1996: 27-28).

Dentre esses espaços de produção histórica, o espaço cibernético é um fenômeno tão significativo para o homem contemporâneo que “suas manifestações culturais peculiares constituem-se em um novo e importante objeto de investigação acadêmica” (SILVA, 2007). Manuel Castells chega a afirmar que a “Internet é o tecido de nossas vidas”. Seu ponto de partida de reflexão é que a sociedade em geral transforma a tecnologia, apropriando-a, modificando-a, experimentando-a. Assim, essa tecnologia de comunicação explicita tendências contraditórias presentes no mundo atual, especialmente no que se refere à questão da memória (CASTELLS, 2003).

A aproximação entre a cibercultura, entendida como “um conjunto de técnicas (material e intelectual), de práticas, atitudes, pensamento e valores que definem o ciberespaço” (LEVY, 1999: p. 17), com a História pode ser percebida, de um lado, na multiplicação de sites que estão relacionados à produção de memórias sociais, ao mesmo tempo em se vive um vertiginoso crescimento do interesse pelo passado em um cotidiano individual marcado pelo registro em imagens (fotos e vídeos) e textos (blogs e páginas pessoais na internet) (DANTAS, 2005).

De outro, na forma que a própria noção de memória adquiriu, nos sistemas de comunicação e de informação, um sentido determinante. Como afirmou Jeudy, a “memória é operacional, participando tanto da estocagem da informação quanto de seu tratamento”, o que implica que essa “função lógica das memórias eletrônicas não deixa de incidir sobre a metáfora da memória. E a ordem reticular é também uma ordem de gestão de todas essas memórias eletrônicas que permitem seu funcionamento” (JEUDY, 1990: p. 88).

Não podemos esquecer também que as novas tecnologias podem viabilizar o sonho da existência de uma grande memória virtual que, à semelhança da utópica Enciclopédia, possa reter todos os conhecimentos e informações produzidas pelo espírito humano em todas as épocas. Contudo, há certa contradição entre a idéia de memórias coletivas e a via tecnológica, em que elas podem ser repertoriadas e geradas, na medida em que se “os novos patrimônios são o próprio objeto dos sistemas de informações, como conseguirão manter seu aspecto vivo?” (JEUDY, 1990: p. 89).

Para Carlos Fajardo, na “tecnovirtualização” da história explicita-se, com a desterritorialização, uma série de contradições, inclusive “construindo memórias, imaginários e sensibilidades massivas no público comprador e consumidor de produtos simbólicos e materiais”. Ao invadir lentamente a vida particular e coletiva de todos os continentes, a Internet, paralelamente aos meios transnacionais econômico-culturais, “está ajudando a construir uma memória coletiva mundial, que desterritorializa não só os processos autônomos nacionais e regionais, mas também a maioria de categorias que se gestaram na modernidade triunfante e na modernização industrial crescente”. Portanto, a cibercultura é trans-histórica e se determina desde o virtual. Ao mesmo tempo, o pensador colombiano afirma que a Internet também tem edificado uma memória que privilegia o presente ao submergir o futuro e o passado no aqui e agora. Neste sentido, os cibernautas estão em via de projetar outra concepção de memória que contradiz a tão exaltada e necessitada “memória histórica” da modernidade, fazendo surgir uma “história da imediatez” (FAJARDO, 2001).

Interessa observar que muitos historiadores não têm levado em consideração essa fonte nova, a Internet, especialmente no que se refere aos aspectos teóricos e práticos da forma como a história é representada no formato digital. Apesar de termos mais perguntas que respostas, a luta pela incorporação das possibilidades das novas tecnologias à prática do historiador levanta novas questões sobre os objetivos básicos e métodos do nosso ofício.

Um problema que ilustra a fragilidade da evidência na era digital é o apagamento de arquivos e sites da Internet. Assim, a simultânea fragilidade e a heterogeneidade dos dados digitais precisam também de uma reconsideração quanto à responsabilidade pela preservação do passado e como podemos encontrar e definir a evidência histórica. Vale ressaltar que, diferentemente da era do papel, a preservação dos itens digitais é relativamente cara.

Como a Internet tem se expandido dramaticamente, ao lado da rápida acumulação de dados digitais, o que se percebe com o trabalho do historiador atual é a passagem de uma cultura da escassez para uma cultura da abundância. Apesar dos arquivos da Internet ser quase infinitos e se não é possível preservar tudo, ao menos é urgente preservar algo, na medida em que algumas páginas são apagadas seja por questões econômicas, seja por razões técnicas ou ambas. Como o investimento das instituições públicas de pesquisa e guarda documental não tem contemplado, suficientemente, essa nova fonte histórica, há o perigo de, no futuro próximo, termos uma atitude deliberada de privatização deste patrimônio, colocando em cheque o futuro do passado, na medida em que tais iniciativas têm se restringido a empresas privadas que disponibilizam o acesso a documentos on-line (artigos, livros, ensaios, dissertações e teses), como é o caso do Google Scholar. Então, contra a privatização destas fontes históricas, é importante realçar que o vigoroso domínio público torna-se um pré-requisito básico para a pesquisa histórica (ROSENZWEIG, 2003).

Ora, muitos que escrevem ou ensinam história têm ficado intrigados ou mesmo excitados com a proliferação de sites relativos a acontecimentos históricos que se materializam no espaço volátil da Internet. Como a memória tem sido condicionada pelas novas tecnologias, talvez seja necessário pensarmos sobre a possível desvinculação de memórias estabelecidas como marcos formadores de identidades culturais. Concomitantemente, a noção de memória no processo de globalização efetua uma reafirmação das identidades culturais locais, como um movimento que busca a estabilidade e o equilíbrio de um passado comum, desfeito pelo fenômeno das diluições das distâncias e dos tempos.

Ao produzir sítios dedicados a temas históricos, a Internet nos coloca um problema de grande envergadura, pois a maioria de nossos alunos tem utilizado o recurso da Internet do que a biblioteca em nossas universidades: como avaliar esses sites?

Kelly Schrum (2003) indica que o primeiro passo é identificar o autor ou criador do site, onde estão hospedados e qual é o seu domínio (.edu, .org, .com, .gov, . net). Geralmente, essas informações estão disponíveis, caso não estejam contate por email ou consulte os créditos da página consultada.

Outro passo é localizar sites confiáveis na Internet. A produção de uma história “séria” na WEB deve seguir os seguintes pressupostos: originalidade e responsabilidade no trato das fontes primárias e, ao mesmo tempo, sua argumentação ou conjunto de argumentos são escritos de modo claro e objetivo (SMITH, 2005).

Essas ferramentas, por si, não são suficientes para avaliar os sites, mas possibilitam uma importante oportunidade para a aprendizagem, na medida em que, em meio à pluralidade de fontes primárias, os estudantes podem compreender o passado de modo mais sofisticado e nuançado (SCHRUM, 2003).

Um exemplo brasileiro de produção de uma história “séria” é o site do Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (www.cpdoc.fgv.br). A consulta ao rico acervo deste centro de pesquisa e documentação, composto de manuscritos, impressos, fotos, discos e fitas, é feita através do ACESSUS, que é uma base de dados rápida e eficiente, composta de mais de um milhão de documentos referenciados de um universo total de um milhão e oitocentos mil. Para se ter acesso à base de dados o usuário precisa se cadastrar, gratuitamente, no portal do CPDOC.

A partir dessa ferramenta, é possível acessar cerca de 600 entrevistas de seus projetos de pesquisa desde a década de 1970, nem todas estão disponíveis para download, destacando-se os seguintes projetos: Propaganda Brasileira, 1964 e o Regime Militar, A atividade de seguros no Brasil, As faces do mago da economia: atuação e legado de Mário Henrique Simonsen, História das Comunicações no Brasil, História Política da Paraíba, Memória da Assistência Social no Brasil, Memória do Banco Central do Brasil, Memória da Petrobrás, Memória do setor de energia elétrica, Núcleo de memória política carioca e fluminense, Pioneiros e construtores da Companhia Siderúrgica Nacional, A política externa brasileira em transição e a Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras.

Além disso, estão disponíveis para download livros esgotados, artigos do seu quadro de pesquisadores, a maioria dos números da excelente revista Estudos Históricos (1988/1-2006/1) e seleção de verbetes do Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro. Existem ainda os informativos eletrônicos na área de Ciências Humanas (arquivologia, ciências sociais, história e o Newsletter CPDOC), em que se relatam seleções para programas de pós-graduação em todo o Brasil, encontros científicos, chamadas de artigos para revistas nacionais e internacionais e lançamentos de livros.

Sua proposta de democratização do acesso às fontes históricas do Brasil Contemporâneo também é feita por meio de módulos temáticos da seção Navegando na história (Era Vargas, Os Anos JK, João Goulart e Fatos e Imagens), em que documentos, imagens e artigos encontram-se disponíveis para estudantes e pesquisadores.

Mas como utilizar os recursos eletrônicos em sala de aula?

A partir de sua experiência docente, William H. Mulligan Jr. (2001) lembra-nos das listas de discussão e da troca de informações entre endereços eletrônicos (e-mail) como forma de estimular os estudantes a entrar em contato com a discussão acadêmica profissional. Para ele, uma atividade interessante foi convidar os estudantes a participar de diferentes listas de discussão, pois isto mostra a diversidade de tipos de questões e perguntas existentes entre os profissionais em História e também a natureza do discurso profissional. Ao mesmo tempo, o acesso às listas de discussão proporciona aos historiadores vinculados a pequenas universidades localizadas em regiões periféricas a inteirar-se dos principais temas dos congressos internacionais e nacionais, através de sites de entidades profissionais.

Aproveitando a sugestão deste historiador norte-americano, gostaria de destacar uma experiência interessante no universo da historiografia digital: a rede Historia a Debate, liderada por Carlos Barros e sediada na Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). Sua proposta é manter um fórum permanente de debate sobre a metodologia, a historiografia e a teoria da história; sobre a prática renovada da investigação e da divulgação histórica; sobre a docência da história em todos os níveis; sobre problemas acadêmicos e profissionais dos historiadores e enfatizar o compromisso do historiador com a sociedade, a política e a cultura do nosso tempo.

Criada em 1993, essa rede já realizou três congressos internacionais (1993, 1999 e 2004) e logo depois do seu II Congresso em 1999 criou um Grupo para redação de um Manifesto Historia a Debate para explicitar suas posições sobre a escrita da história e o ofício do historiador. Disponibilizado em 2001, o manifesto se insurge contra a fragmentação de temas, métodos e escolas dos anos 1990 no campo historiográfico, propondo “novas formas de globalidade que façam convergir na investigação histórica diferentes espaços, gêneros e níveis de análise”. Uma de suas teses mais instigantes reside na percepção de que as comunidades transnacionais de historiadores, organizadas na Internet, têm desempenhado papel importante na formação de novos consensos a partir de uma historiografia latina crítica e de uma historiografia pós-colonial. Neste sentido, a “Internet é uma poderosa ferramenta contra a fragmentação do saber histórico se for utilizada com sua identidades e possibilidades, isto é, como uma forma interativa de transmitir informação instantânea de maneira horizontal a várias partes do mundo”. Para a rede Historia a Debate, a “generalização da Internet no mundo universitário, e no conjunto da sociedade, assim como a educação informatizada dos jovens, tornará esta nova historiografia um fator relevante da inacabada transição paradigmática entre o século XX e o XXI” (www.h-debate.com).

Como a aceleração da história substituiu o debate sobre o “fim da história”, essa rede mantém duas listas de discussão: H-Debate (1220 assinantes de 45 países) e História Imediata (283 assinantes de 24 países).  Merece destaque alguns temas presentes nesta última lista pelo intenso debate travado pela comunidade de assinantes, como “É possível uma história imediata?”, Hugo Chávez, Chiapas e a escrita da história e sujeito social.

Sobre esta temática pouco trabalhada no Brasil existe o Laboratório de Estudos do Tempo Presente (www.tempopresente.org.br) da Universidade do Brasil (UFRJ), liderada pelo professor Francisco Carlos Teixeira da Silva. Na tentativa de divulgar a produção científica dos professores, alunos e pesquisadores associados se optou pela construção de um site, em que se disponibiliza artigos, resenhas e relatórios produzidos pela equipe TEMPO e convidados, um banco de notícias formado por seleções que variam de acordo com as principais temáticas fundadoras das linhas de pesquisa em curso e dados sobre o acervo do Laboratório, seus participantes e linhas de pesquisa. Das linhas de pesquisa em curso, destaca-se a criação, em 2004, do Grupo de Análise e Acompanhamento do Terrorismo Internacional (GAATI), além dos recém-instituídos grupos: PRO SUL, ProAfrica e Movimentos Sociais, Nova Ordem Mundial, Fluxos Internacionais e História do Esporte, que balizam as discussões presentes em sua lista de discussão (http://listas.nce.ufrj.br/mailman/listinfo/tempopresente), proporcionando ágil alternativa de circulação de informações de seminários, congressos e sinopses de jornais.

Dentro de seu site, podemos destacar a Revista Eletrônica Boletim do Tempo (ISSN 1981-3384), além da seção Multimídia, que disponibiliza, além de entrevistas dos seus pesquisadores, reportagens veiculadas por televisões sobre temas como Hezbollah, Hugo Chávez e 11 de setembro de 2001.

Concluindo, sobre a vasta possibilidade de atuação do profissional de história neste admirável mundo novo da cibercultura, o que posso sugerir é que os currículos de história incorporem essas novas fontes da história do tempo presente, dentre as quais a internet, pois não basta formar historiadores apenas lendo livros. É necessário que os professores de história forneçam ferramentas teórico-metodológicas para que a formação intelectual dos estudantes esteja de acordo com o tempo em que vivemos.

Contudo, compartilhamos das idéias presentes no Manifesto Historia a Debate sobre a historiografia digital, quando propõe que este novo paradigma da comunicação social, que é a Internet, não vai substituir as atividades presenciais e as instituições seculares, na medida em que a historiografia digital deve ser complementada com livros e outras formas convencionais de investigação, difusão e intercâmbio acadêmicos.

Notas
1  Versão revista de conferência pronunciada no 1º Encontro Estadual de Professores de História: Ensino, Pesquisa e Novas Abordagens. Faculdade São Luís de França, Aracaju/SE: 24 de fevereiro de 2008.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.

DANTAS, Camila G. O Passado em bits: Questões sobre a reelaboração da memória social na Internet. In: Anais do VI CINFORM (Encontro Nacional de Ciência da Informação). Salvador – Bahia, 2005. Capturado no endereço eletrônico: http://www.cinform.ufba.br/vi_anais/docs/CamilaDantas.pdf em 1 de fevereiro de 2006.

FAJARDO, Carlos Fajardo. Cibercultura y tecnovirtualización de la historia. In: Especulo. Revista de estudios literários. Madrid: Universidad Complutense de Madri, 2001. Capturado no endereço eletrônico: http://www.ucm.es/info/especulo/numero18/cibercul.html em 19/01/2006.

JEUDY, Henri-Pierre. Memórias do Social. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.

MULLINGAN JR., William H. Electronic Resources and the Education of History Professionals. In: The History Teacher. Vol. 34, Issue 4, August 2001, p. 523-529. Consultado em 8 de fevereiro de 2008 na http://www.historycooperative.org/journals/ht/34.4/mullingan.html.

ROSENZWEIG, Roy. Scarcity or Abundance? Preserving the Past in a Digital Era. In: American Historical Review 108, 3 (June 2003): 735-762. Capturado em março de 2005 no endereço eletrônico: http://chnm.gmu.edu/resources/essays/essay.php?id=6.

SARLO, Beatriz. Tempo Presente: Notas sobre a mudança de uma cultura. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 2005.

SCHRUM, Kelly. Making History on the Web Matter in Your Classroom. In: The History Teacher. Vol. 34, Issue 4, may 2001, p. 327-338. Consultado em 8 de fevereiro de 2008 na http://www.historycooperative.org/journals/ht/34.3/schrum.html

SCHRUM, Kelly. Surfing for the Past: How to Separate the Good from the Bad. In: AHA Perspectives (May 2003). Consultado em 8 de fevereiro na http://chnm.gmu.edu/resources/essays/d/7.

SILVA, Marcos. ESPAÇO CIBERNÉTICO, CIBERCULTURA E PESQUISA ACADÊMICA. São Cristóvão: Departamento de História/Universidade Federal de Sergipe, 2007 (texto digitado).

SMITH, Carl. Can You Do Serious History on the Web? In: AHA Perspectives (February 1998). Capturado em março de 2005 no endereço eletrônico: http://chnm.gmu.edu/resources/essays/essay.php?id=12.

SODRÉ, Muniz. Reinventando a Cultura: a comunicação e seus produtos. Petrópolis: Vozes, 1996.

SÁ, A. F. DE A. Admirável campo novo: o profissional de história e a Internet. Rio de Janeiro: Revista Eletrônica Boletim do TEMPO, Ano 3, n. 07, Rio, 2008. [ISSN 1981-3384]

 

Extraído de: http://historiografianarede.wordpress.com/

Profissionalização do historiador

Informações retiradas do site da ANPUH

O golpe de 64 me impediu de ser professor

 

Boris Fausto, um dos mais respeitados pesquisadores da Revolução de 1930, explica por que não seguiu carreira acadêmica e fala sobre as vantagens e desvantagens de ser um historiador de domingo

por Bruno Fiuza


(

Fausto: De certo modo, fiquei à margem dos circuitos acadêmicos

Memórias de um historiador de domingo. O título do segundo volume da autobiografia de Boris Fausto, lançado no fim de 2010, reflete bem a trajetória intelectual do autor. Um dos mais respeitados pesquisadores da Revolução de 1930 e do período republicano no Brasil, Fausto nunca esteve formalmente vinculado a nenhum departamento de história. Trabalhando sempre como advogado, aproveitou as brechas do cotidiano para se dedicar à sua verdadeira paixão: o estudo do passado. Foi assim que ele não só escreveu o maior clássico da historiografia brasileira sobre o movimento que levou Getúlio Vargas ao poder como sucedeu Sérgio Buarque de Holanda no posto de organizador da prestigiosa coleção História geral da civilização brasileira, cuidando dos volumes sobre o período republicano. Essa rica trajetória está registrada em seu mais novo livro, que começa com a entrada na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em 1948, passa pelos anos de militância trotskista e termina com a carreira tardia, porém brilhante, de historiador. Do alto de seus 80 anos, Boris Fausto fala sobre as vantagens e desvantagens de ser um “historiador de domingo”.
História Viva – Por que Memórias de um historiador de domingo?
Boris Fausto – Porque eu não tenho uma carreira de professor de história. Eu vivi quase toda a minha trajetória profissional como advogado. Sempre gostei do assunto, fiz curso de história e utilizei o meu tempo disponível para escrever. Só muito mais tarde, depois que eu me aposentei como advogado da USP, é que eu por dez anos dei aulas de história – aliás, no Departamento de Ciência Política. Então, é claro que eu não sou um historiador de domingo, porque se eu trabalhasse só nesse dia eu estaria muito aquém do que eu consegui realizar. Mas essa é uma fórmula que os franceses inventaram e aplicaram a gente muito mais importante do que eu.
HV – A opção por não ter ingressado em um departamento de história se deve a algum motivo em especial ou foi uma contingência da vida?
Fausto – Foi uma contingência da vida. Eu comecei como advogado em um tempo em que eu e minha família só conhecíamos três carreiras: direito, medicina e engenharia. Eu, por exclusão, fiz direito. Aí eu advoguei privadamente, depois fiz concurso público e me tornei consultor jurídico da USP. Mas sempre me interessei, do ponto de vista intelectual, muito mais pela história. Então, muito incentivado pela minha mulher, eu fiz o curso de história depois de ter advogado durante uns dez anos, e quando eu já era consultor jurídico da USP. Aí veio o golpe de 1964, que me impediu de optar pela carreira de professor, como naquela época eu pretendia. Curiosamente, no entanto, o golpe me fez um favor, porque como consultor jurídico eu fiquei melhor em termos materiais do que como professor. Daí eu só resolvi aceitar a condição de professor, de dar aulas, quando eu me aposentei do meu cargo. Eu nunca quis fazer as duas coisas juntas, mesmo depois da abertura, da democratização.

Leia reportagem completa em: http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/o_golpe_de_64_me_impediu_de_ser_professor.html

Entrevista com o novo secretário da educaçao do Estado de São Paulo

Estado não se preocupou em ter docente motivado!

NOVO SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO AFIRMA QUE PROFESSORES ESTÃO SEM MOTIVAÇÃO DEVIDO A BAIXOS SALÁRIOS, CARREIRA PROFISSIONAL RUIM E FALTA DE DIÁLOGO

DENISE CHIARATO
EDITORA DE COTIDIANO
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO

Dois dias após assumir a Secretaria da Educação de SP, o ex-reitor da Unesp Herman Voorwald, 55, já tem uma avaliação da rede: os professores estão desmotivados e com salários baixos.
Indicado pelo governador Alckmin, cujo partido, o PSDB, está há 20 anos no comando de SP, Voorwald afirma que o Estado não se preocupou em aumentar o comprometimento dos servidores. Mas ele, que não é filiado a partido político, diz não saber o porquê dessa situação.
A prioridade agora, afirma, é “resgatar a dignidade” dos professores, por meio de diálogo, aumento salarial e uma nova carreira -os recursos para isso, porém, ainda não estão garantidos.
Em sua primeira entrevista exclusiva, concedida à Folha na sexta-feira, o novo titular da gestão Alckmin (PSDB) sinalizou que deverá alterar o exame implementado pelo governo Serra (PSDB) que concede reajuste salarial aos professores mais bem-classificados em uma prova.
O problema, diz, é que no máximo 20% dos docentes podem receber o reajuste -ainda que parcela maior tenha atingido a nota mínima fixada. Essa e outras constatações surgiram após reuniões do secretário com os seis sindicatos da categoria.
Engenheiro com carreira na Unesp, Voorwald (lê-se Vuervald) afirma que ainda não conhece as escolas estaduais. Abaixo, a entrevista em que analisa a situação da maior rede de ensino do país.

FOLHA – Qual sua avaliação inicial da rede?
Herman Voorwald – A informação que tive das entidades é que há muito pouco contato [da administração] com a rede. Se o objetivo é dar o melhor aprendizado ao aluno, a pessoa que dá o aprendizado precisa se manifestar sobre as atividades que fará na aula.
Alguma preocupação se destacou nas conversas?
Já tinha isso comigo: a qualidade de ensino está relacionada ao comprometimento das pessoas.
Nas universidades estaduais paulista ocorreu isso. Em 1989, quando conseguiram autonomia, sempre priorizaram recursos humanos, para assegurar um quadro de servidores que garantisse qualidade institucional.
Não sinto o mesmo na educação fundamental e média. Honestamente, em uma semana que estou aqui, não sinto que a preocupação seja ter um quadro comprometido. Pretendo resgatar a dignidade dos professores, o que passa por salário e carreiras dignos. Se conseguir dar um passo nesse sentido, acho que trarei algo novo.
Outro fator importante é o diálogo. As pessoas reclamam que a rede não consegue se manifestar.
Eles colocaram isso de uma forma muito clara na progressão continuada. A fala foi que o sistema foi gestado na administração e imposto, de cima para baixo.
As entidades são unânimes na defesa da progressão, mas não no modelo de hoje. A solução é avaliar se o conteúdo foi absorvido. Em não sendo, precisamos encontrar maneira de recuperar o conteúdo -foi o que faltou.
Como o sr. analisa a situação dos professores temporários?
Temos cerca de 30 mil temporários [sem estabilidade]. A proposta é que até 2013 cheguemos a 10 mil. Tenho claro que deve haver uma carreira. Num processo que você não tem correção linear do salário ao longo dos anos, aqueles que não tiverem compensação [por meio de exame] ficam desestimulados.
Como o sr. avalia a rede, em termos de infraestrutura, de organização pedagógica?
Ainda não conheço as escolas. Vamos fazer um diagnóstico, objetivando que a infraestrutura seja a ideal.
De qualquer forma, tive um sentimento da rede de absoluto desconforto de como a administração entende o processo de educação. O sentimento é muito ruim. Senti uma desmotivação, uma leitura de desconsideração do papel do professor.
Há o sentimento que o Estado não tem preocupação em formar bem os jovens. Esse sentimento não é bom.
A fala foi geral, e a sinalização foi o quanto se paga para um professor que ingressa [R$ 1.835, para jornada de 40 horas semanais]. Como você quer ter alguém comprometido, formado em boa universidade?
Qual é o salário adequado?
É difícil dizer. A fala aqui foi que deveria ser aumentado, o que eu concordo.
Então está definido que haverá aumento?
Não conversei com o governador sobre isso. Mas ele já colocou que educação é sua prioridade.
O PSDB está há quase 20 anos no poder. O que levou a esse quadro de desestímulo que o senhor aponta?
Não sei dizer se foram apenas implicações econômicas ou de prioridade. Sei que minha prioridade é que recursos humanos serão o diferencial. Os programas da secretaria são bons, a gestão é boa, o material é bom.
Podemos fazer reformas de prédios, se necessário. Tudo isso é administrável. O que não se consegue administrar matematicamente é o sentimento daquele que ministra dentro da sala de aula.
O sr. já estabeleceu metas de melhoria no ensino?
Não pensei quantitativamente. Apesar de ser engenheiro, não tenho olhar só para tabelas. Sei que número você trabalha como quiser.
Mas tenho a leitura que um trabalho muito forte precisa ser feito no ensino médio, que está enfrentando os piores indicadores. Sem isso, você não terá ensino superior de qualidade, e o menino não vai ingressar no mercado.
A proposta, que já vinha sendo discutida, é integrar o ensino médio com o profissional. Permitir, por meio de convênios, que o menino complete sua formação com disciplinas técnicas, para habilitá-lo para o mercado de trabalho. Ele já sairia com uma habilitação, como técnico em mecânica ou eletrônica. Claro que o aluno não será obrigado a fazer isso.
Em outra vertente, ele pode ter disciplinas gerais para o mercado de trabalho dentro do currículo do ensino médio. E as universidades podem oferecer cursinho para os que decidirem não ir para habilitações técnicas.
O sr. manterá a política de pagamento aos professores com base no desempenho?
O mérito tem de estar presente numa discussão de carreira. O que eu entendo é que, se é para avaliar o mérito, a regra precisa estar clara e as pessoas que atingiram o mérito devem ter o resultado.
As falas foram que isso não ocorreu. Uma quantidade atingiu a nota mínima, mas só uma porcentagem obteve o resultado financeiro. E aqueles que também atingiram e não ganharam?
O deputado Gabriel Chalita (PSB) teve influência na escolha do seu nome?
Conheço o deputado Chalita não com profundidade. Tenho respeito por ele, mas não há nenhuma ligação que possa levar à conclusão que houve ligação da parte dele. Não tenho essa informação.
O sr. conhece alguém que tenha filho em escola estadual?
Meus filhos são mais velhos. Minha família mora na Holanda. Meus parentes aqui são os da minha esposa, nenhum em idade escolar.
Fiz o antigo primário, colegial, em escola pública. Claro, era uma outra época.
Não teria dificuldade em colocar meu filho em uma escola pública. O que temos de buscar é a qualidade. O Estado teve uma política de expansão violenta. Agora precisa de uma política de qualidade, outra etapa da história.

Extraído de:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1001201123.htm